Incentivo aos novos talentos do futsal viçosense


Na noite da sexta-feira, 18 de outubro/2013 a quadra poliesportiva do POLO DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE DE VIÇOSA DO CEARÁ - PACAD, sediou o torneio entre as escolas de Ensino Fundamental da Sede Municipal de Viçosa do Ceará.
Pais, crianças e a comunidade em geral aglomeraram as arquibancadas para prestigiar o show de bola dos pequeninos atletas de futsal. O Secretário de Desporto e Lazer de Viçosa do Ceará; Amauri Carneiro prestigiou o evento e realizou a entrega das premiações aos vencedores.
O esporte é o maior instrumento de inclusão. Estudos da ONU – Organização das Nações Unidas apontam que investimentos em esporte diminui gastos em segurança, a cada 2 dólares investidos em esporte diminui-se 4 dólares a gastar-se em segurança, o maior potencial do esporte é sua enorme rede social facilitando levar de forma direta e eficiente mensagens e valores que só o esporte tem, sendo o instrumento de transformação social e econômica rompendo com a barreira da desigualdade social fortemente presenciado gerado pelo modelo capitalista. Significativamente implica-se em
dizer que o foco principal é o desenvolvimento humano possibilitando a ampliação de variadas modalidades diversificando a prática esportiva, institucionalizar o Esporte Educacional, viver o esporte na escola. Cidadania é direito a ter direito e baseado nesse preceito os investimentos em esporte devem ser maciços e de forma abrangente pelo poder público.
O esporte é afinal um meio de sociabilização e resgate de valores sociais hoje destruídos pela falência da instituição chamada família que esta mergulhada numa profunda crise de
valores sociais, a família deixou de gerar em sua essência os valores éticos e morais, o esporte é um, senão, o único meio do resgate desses valores perdidos, perdidos por influência de uma sociedade complexa.
O esporte tem um enorme potencial econômico que gera empregos e renda, seja na fabricação e comercialização de produtos esportivos, na construção ou reforma de instalações esportivas, na venda de serviços ou na promoção de eventos. Devem se considerar, ainda, os efeitos suplementares dos expectadores, patrocinadores, vendedores, da
mídia nacional e internacional e da indústria do turismo que gira em torno das grandes competições. Ações, programas e projetos de esporte devem ser desenvolvidos de forma a explorar o seu potencial econômico, estimulando, para tanto, o desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico para além das práticas esportivas em si, buscando novas formas de atividades, novos produtos e serviços, que gerem mais empregos e criem uma cadeia produtiva mais eficaz, capaz de incrementar o crescimento econômico do país, com reflexos positivos na
formação humana e na valorização da indústria nacional e da cadeia produtiva do esporte. A capacidade de mobilização social das causas e dos eventos esportivos pode e deve ser direcionada para o desenvolvimento social, estimulando o alcance da coesão e da estabilidade, inclusive por meio de ações voluntárias. Os programas de esporte devem valorizar a auto-estima, visando o fortalecimento do espírito patriótico e da
identidade nacional, reforçando os princípios necessários para o desenvolvimento da nação e da paz. A solidariedade, a cooperação, o espírito coletivo, a luta pelos ideais e o respeito às regras, entre outros valores vivenciados no cotidiano da prática esportiva, também são necessários para a convivência harmoniosa e o fortalecimento da auto-determinação de um povo.
Portanto, a convivência e a aproximação de diversos povos, promovidas pelas competições internacionais, em especial, os Jogos Olímpicos e Para-Olímpicos, indicam que o esporte pode ser um instrumento de fortalecimento das relações de paz. Os programas de esporte devem servir como ferramenta eficaz para a promoção e preservação da saúde, especialmente, sendo integrados em ações interdisciplinares de políticas públicas de saúde coletiva. Devem envolver-se em ações de sensibilização e
conscientização, tanto sobre a importância da realização das práticas esportivas num ambiente limpo e saudável, como da preservação da natureza. Todavia, as práticas esportivas devem ser planejadas em consonância com as agendas de organismos internacionais (Organização Mundial da Saúde, Organização Panamericana da Saúde, entre outros) e nacionais, que recomendam priorizar temas como alimentação, nutrição e atividade física, sensibilizando e conscientizando a respeito do cuidado e da atenção à saúde, de modo geral. O acesso ao esporte e ao lazer é
direito de cada um e dever do Estado, pelo qual deve se garantir e multiplicar a oferta de atividades esportivas, competitivas e de lazer a toda a população, combatendo todas as formas de discriminação e criando igualdade de oportunidades, prioritariamente, à população carente e aos marginalizados, como negros, índios, deficientes e mulheres das camadas mais pobres. A garantia de acesso ao esporte será um poderoso instrumento de inclusão social,
considerando sua importância no desenvolvimento integral do indivíduo e na formação da cidadania, favorecendo sua inserção na sociedade e ampliando sobremaneira suas possibilidades futuras. O esporte é bem-aventurado, estimula também o melhor desempenho escolar e a redução dos índices de violência. Nada é mais barato e com resultado de médio prazo tão seguro. O esporte além da sua parte saudável e agregadora, ele ensina ao jovem a ter disciplina e regra, assim o jovem vai se introduzindo nas boas práticas da
vivência em sociedade. Além do mais, maioria das modalidades esportivas, necessita da cooperação como poderoso instrumento de vitória e sucesso. A prática de esportes não é apenas um símbolo de cuidado com a saúde. Os esportes tem sido, cada vez mais, uma ferramenta de integração e inclusão social.